
É hora de pegar a estrada...
É hora de encontrar caminhos. Criar.
Fugindo, viajando... Tranquilo?
Viajando sob pés e pensamentos
Fugindo de fatos, acontecimentos
Agoniado! Pois tranquilo não fico.
Tua culpa. Sentimentos.
Em versos de estrada e poesia sonora
Sitonizam-se em nós. Pessoas.
Nunca fora tão estampada e escondida
A sonoridade do que nossas rádios transmitem.
Noite de chuva intensa,
Medo caseiro e ribeirinho.
E passa a vida como enxurrada.
Caruaru, 08 de maio de 2011. Frio domingo de outono.
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